NEUROPATIAS

NEUROPATIA
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Para desfrutar da viagem – not supported by EU, recomenda-se a audição do tema Neuropa de Llama Virgem.

Todos os anos, no Dia da Europa, comemorado a 9 de maio, assinala-se a unidade do continente europeu e o aniversário da histórica «Declaração Schuman», considerada como o momento fundador da atual União Europeia. Num discurso proferido em Paris, no dia 9 de maio de 1950, Robert Schuman, o então ministro dos Negócios Estrangeiros francês, expôs a sua visão de uma nova forma de cooperação política na Europa, que tornaria impensável a eclosão de uma guerra entre históricos inimigos, os quais fariam parte desse novo projeto europeu. A sua visão passava pela criação de uma instituição europeia encarregada de gerir em comum a produção do carvão e do aço. Menos de um ano mais tarde, era assinado um Tratado que criava uma entidade com essas funções.

fonte: https://portugal.representation.ec.europa.eu/events/dia-da-europa-2022-05-09_pt
no Fake Sponsors
only True Respect
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Infelizmente a generalidade dos cidadãos europeus não tem razões para celebrar com alegria o Dia da Europa!

Lamentavelmente
o Dia da Europa, para a maioria dos cidadãos europeus, será apenas mais-um-dia de neuropatia, assolado pela tragédia económica e pela miséria humana, que caracterizam os negócios e as opções políticas dos gestores da União Europeia (UE)!

O Dia da Europa poderia ser, para os cidadãos do mundo, uma celebração partilhada mas, como a União estima o seu egocentrismo e as neuropatias, a festa continua a ser privilégio de poucos!

O indecoroso rumo da (des)união europeia, que tem vindo a ser imposto por uma inimputável nomenclatura de influência, tem espalhado espoliação, um pouco por todo o lado!

Aos cidadãos que resistem, sem se deixarem engolir por subsídio-hipocrisias, supostos apoios à cultura, acordos de oportunidade, parecerias especiais e diabo-a-quatro, cumpre a obrigação de, utilizar o seu lugar de fala, independente e não financiado pela UE, para expor os malefícios produzidos pelo Hiper-Mercado europeu!

no help from Fake Sponsors
only a fair income
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A logomarca da União Europeia é, certamente, um dos símbolos gráficos mais reproduzidos, quer em território europeu, quer em outras latitudes obscuramente sob sua influência.
Não há folha de rascunho ou papel de contrato que ousem existir sem a chancela das estrelas unidas!

Porém, a intenção que fomenta os apoios e patrocínios, raramente se vê desvendada!
Efectivamente, os discursos diplomáticos, de inspiração imperialista, proferidos entre pompas e circunstâncias, têm servido apenas para alimentar fábulas e narrativas filantrópicas, que em nada traduzem os reais intuitos da UE. Nessas lengalengas de circunstância, os financiamentos e apoios são sempre apresentados como ajudas, aparentemente desinteressadas, doadas pela benemérita UE!
Infelizmente, é de conhecimento geral, que qualquer um desses euros “doados” vem sempre acompanhado de um pesado caderno de encargos, que acaba por ajudar a UE a manter o seu imperialismo a salvo!

no fake sponsors
no loaned money
only a safe and reliable knowledge
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Nessa tónica, dominante e imperialista, decorre a relação com alguns países africanos, outrora submetidos a violentos processos de colonização, desencadeados por nações que compõem a União Europeia!
Estas estranhas relações – neuropatias repletas de maus-vícios – têm vindo a instituir e a legitimar uma série de práticas abusivas, que favorecem a reabilitação de alguns maus-hábitos do passado!
O cidadão europeu, conhecedor destas incursões abusivas da UE em territórios feridos, tem a obrigação de dizer – EM MEU NOME NÃO!

Relações perigosas!

As imagens e as passagens escritas, ora partilhadas, exibem pedaços de uma longa história,
dedicada à necessidade moral de afirmar
EM MEU NOME NÃO!

em trânsito pela criação de lugares indisciplinados, na Cidade Velha
jovens emaranhados em redes insustentáveis, sobre pequena embarcação
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A UE e Cabo Verde possuem uma relação construtiva há mais de quatro décadas, com base na cooperação e no diálogo político. Atualmente, Cabo Verde e a UE partilham valores comuns tais como democracia, o respeito pelos Direitos Humanos e pelo Estado de Direito, a promoção do multilateralismo. A evolução das relações nestes domínios levou à criação da Parceria Especial UE-Cabo Verde em 2007, parceria essa que continua a evoluir e a ser reforçada.
Fonte: https://www.eeas.europa.eu/cabo-verde/uniao-europeia-e-cabo-verde_pti?s=134

do caderno de observações transatlânticas
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Desde 2011, as capturas anuais dos atuneiros da UE atingiram em média 6.539 toneladas. Eles totalizaram pouco menos de 10.000 toneladas em 2017, quase o dobro da tonelagem de referência estabelecida pelo Protocolo. As capturas são dominadas por navios espanhóis, representando 98% das capturas em 2017. O atum representou 70% e o tubarão azul 20% do total das capturas em 2017.
fonte: https://www.farfish.eu/wp-content/uploads/2021/10/2021_08_Cape_Verde_flyer-1.pdf

Primeiros dois anos de aplicação: € 55 por tonelada capturada (cercadores com retenida, palangreiros e navios de pesca com vara) Últimos dois anos de aplicação: € 65 por tonelada capturada (cercadores com retenida, palangreiros e navios de vara e vara).
fonte : https://www.farfish.eu/wp-content/uploads/2021/10/2021_08_Cape_Verde_flyer-1.pdf

tratados de pesca, por arrasto 
celebrados sobre a areia espoliada
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A Tabela que mostra os desembarques de navios da UE, indica que os desembarques em Cabo Verde excederam significativamente o total de capturas ao abrigo do SFPA em 2015, 2016 e 2017, em média 186%.
fonte: https://www.farfish.eu/wp-content/uploads/2021/10/2021_08_Cape_Verde_flyer-1.pdf

caderno de observações transatlânticas
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Os principais problemas identificados no Plano de Gestão das Pescas de Cabo Verde (PGRP) em relação à pesca da frota estrangeira em Cabo Verde são o incumprimento por parte das embarcações estrangeiras, o controlo e monitorização insuficientes e a concorrência com a(s) frota(s) comercial(is) nacional(ais).
As medidas recomendadas para melhorar a monitorização e a inspeção incluem a formação de inspetores e observadores de pesca, investigação sobre o impacto da frota estrangeira (por exemplo, capturas acessórias, mortalidade de aves marinhas), investigação científica sobre as principais espécies e programas de formação para uma melhor gestão .
Os principais problemas identificados pelos planos nacionais de gestão das pescas em relação à pesca de atum de linha e pólo nacional em Cabo Verde são a sobreexploração, monitorização e controlo insuficientes da pesca, medidas de gestão insuficientes, concorrência com frota estrangeira.
(…) a FarFish não só desenvolveu recomendações de gestão que visam resolver eficazmente os problemas de sobrepesca, sobrecapacidade e qualquer potencial hostilidade entre a UE e a frota local, mas também contribuiu para melhorar a coleta de dados, monitoramento e conformidade.

fonte : https://www.farfish.eu/wp-content/uploads/2021/10/2021_08_Cape_Verde_flyer-1.pdf

pede-me revolução! 
caderno de observações transatlânticas
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O que esta senhora tem feito à Europa, nós cidadãos europeus, oprimidos e escravizados pelo poder do capital, sabemos muito bem! O que fará em África? Creio que não será necessário consultarmos uma bola de cristal para adivinharmos a resposta!
melted gold over black path
(ouro derretido, sobre caminho negro)
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UE e África em números
A UE e os seus Estados-Membros são quem mais contribui para promover o desenvolvimento, a estabilidade e a paz em África:
21 mil milhões de euros de ajuda ao desenvolvimento foram concedidos a África, em 2016, pela UE e pelos seus Estados‑Membros, os maiores doadores de ajuda naquele continente
32 mil milhões de euros foram investidos por empresas da UE em África, em 2015, o que representa cerca de um terço de todo o investimento estrangeiro direto em África
3,35 mil milhões de euros estão atribuídos ao Fundo Europeu para o Desenvolvimento Sustentável, o que deverá mobilizar até 44 mil milhões de euros em investimentos
7 missões civis e militares estão atualmente destacadas em África
1,4 mil milhões de euros estão atribuídos a programas educativos que sejam implementados em África entre 2014 e 2020

http://www.consilium.europa.eu/…/interna…/2017/11/29-30/ 

Nós, cidadãos europeus de terceira (PIGS), sabemos bem o preço de cada euro que nos foi “doado” pela “União das Estrelas”, pelo que se torna imperioso perguntar – qual será o retorno de tanto euro “doado” a África??? talvez boa parte dele esteja a boiar em pleno mar mediterrâneo!

Nós, cidadãos europeus, sugados até alma pelas dívidas eternas, sabemos bem que o dinheiro “doado”acaba sempre no bolso de elites muito restritas, a quem se paga muito bem para manter o status quo! E em África? que elites recebem esses apoios sem fundo? 

Urge denunciar a factura a pagar por esses “euros doados”, para evitar que se repitam passados pouco dignos e se construam presentes sem glória!

melted gold
under black issues always in progress
[ art project not supported by EU ]

A saga dos investimentos europeus sem fundo, aquém e além mar, segue serena e bem segura… Os cidadãos europeus de terceira (PIGS), sabem bem o preço de cada euro que nos foi “doado” pela “União das Estrelas”, pelo que se torna imperioso perguntar – qual será o retorno de tanto euro “doado” a África???
Talvez boa parte dele esteja desgraçadamente a boiar em pleno mar mediterrâneo!
Os cidadãos europeus, sugados até alma pelas dívidas eternas, sabemos bem que o dinheiro “doado” acaba sempre no bolso de elites muito restritas, a quem se paga muito bem para manter o status quo! E em África? que elites recebem esses apoios sem fundo?
Urge denunciar a factura a pagar por esses “euros doados”, para evitar que se repitam passados pouco dignos e se construam presentes sem glória!

Xalabas, projeto financiado pela UE
(do caderno de observações transatlânticas)
Xalabas, projeto financiado pela UE
(do caderno de observações transatlânticas)

O Programa de Arte Urbana do projeto Comunidade no Centro, promovido pela ONG Africa’70 em parceria com a Associação Pilorinhu e a Câmara Municipal da Praia, prevê oito workshops nos próximos dois anos com artistas internacionais e cabo-verdianos, e um festival final em 2020. O programa assenta numa conceção de intervenção pública como momento de colaboração e diálogo com os residentes e comerciantes de Achada Grande Frente. Os artistas participantes irão realizar as suas atividades em regime de residência, deixando finalmente as suas obras nas paredes e nos ambientes do bairro. O objetivo principal do Programa de Arte Urbana é transformar Achada Grande Frente num ‘Bairro da Arte Urbana’ – um caso único em Cabo Verde e raro em África, numa estratégia de promoção local que poderá no futuro tornar o bairro atrativo para fluxos de um tipo de turismo alternativo, com ganhos em termos económicos para os residentes e comerciantes da zona.
Curadores: Lorenzo Bordonaro e Redy Wilson Lima

http://www.redylima.net/arte-urbana-xalabas.html

Xalabas, projeto financiado pela UE
(do caderno de observações transatlânticas)
Arte Urbana
Xalabas, projeto financiado pela UE
Achada Grande Frente, Praia
crédito imagem: http://www.redylima.net/arte-urbana-xalabas.html

Esta não é certamente a independência pela qual Cabral lutou!
É lamentável esta desvairada apropriação, financiada pela UE, do símbolo maior da luta pela libertação cabo-verdiana!
Só uma desgraçada psicose coletiva (ou uma oportunista forma de estar no mundo) justifica que se converta o herói da nação em escaparate de atração turística!
Às vedetas mainstream, que se limitam a explorar a revolução dos outros, desejo que um dia encontrem tempo para ler a “A Arma da Teoria”!
http://www.amilcarcabral.org/livro.pdf
#xalabas #africa70 #EUCV #NuStaDjuntu

Arte Urbana
Xalabas, projeto financiado pela UE
Achada Grande Frente, Praia
fonte: http://www.redylima.net/arte-urbana-xalabas.html

A propósito do papel da arte urbana nos modernos processos de exploração da desgraça alheia!

[ em analise, projeto de arte urbana na Achada Grande Frente, Cidade da Praia, financiado pela UE]

Teses de investigação, papers, edições em revistas de habilidades, tributos e festivais académicos exploram as estórias reais e os lugares que sofrem, em prol da obtenção de uns quantos créditos e outros tantos privilégios!

as estórias, de quem vive esmagado pelo peso da insuportável realidade, parecem contos de fadas, quando exibidas nos ecrãs da academia mercantilista, ou nos festivais da malta porreira, que gosta de se exibir nas paredes dos outros!

as estórias e as intimidades de quem padece da segregação social, são expostas sem pudor em registos multimédia diversificados, realizados de acordo com as normas neo-colonizadoras vigentes!
A crueza da vida, quando exibida em salões de vaidades e festivais de egos, parece ficar resolvida com meia-dúzia de aplausos!

O objetivo principal do Programa de Arte Urbana é transformar Achada Grande Frente num ‘Bairro da Arte Urbana’ – um caso único em Cabo Verde e raro em África, numa estratégia de promoção local que poderá no futuro tornar o bairro atrativo para fluxos de um tipo de turismo alternativo, com ganhos em termos económicos para os residentes e comerciantes da zona.
(em, http://www.redylima.net/arte-urbana-xalabas.html )

Existem casos paradigmáticos, como este da Achada, revestidos de uma perversidade cruel, sustentados por elites privilegiadas que, sem pudor, e em nome dos “ganhos para os residentes”, encontra forma de sustentar a própria vida!
O “informalismo”, em que vive submersa a população em estudo, durante a vigência do financiamento, é matéria de exploração mediática, que serve a promoção e os interesses das vedetas ativistas, contratadas pela UE!
Então quando esse “informalismo” é exposto para impulsionar o turismo, está de facto tudo dito!

O que sucede aptos o término dos contratos?
Quem avalia a eficácia das medidas aplicadas?
Quem se responsabiliza por eventuais danos morais?
O que sucede se os objetivos não forem concretizados?

O abandono, de que padecem estes projetos, após a vigência do contrato estabelecido com a UE, é por demais evidente, o que denuncia a intenção dos envolvidos!
O desrespeito e a instrumentalização da fragilidade social passarão, uma vez, mais incólumes! Resolver as dificuldades, a segregação social e os problemas nunca fez parte dos acordos celebrados com a UE!
Nas Achadas, para além de umas quantas infra-estruturas abandonadas, ficarão depositados mais uns quantos tambores e despojos, dos dias de festa, em que as paredes de gente honrada, se viram maculadas pelos gestos subordinados à mercantilização do mundo!

A tragédia destas hediondas operações, aumenta quando se entende que todos os notáveis envolvidos, nas oportunistas manobras de maquilhagem, são ativos cúmplices de um contemporâneo processo de exploração!

A falta de informação não lhes serve de justificação, não falta discussão e questionamento, para evitar que se repliquem inconsequentemente “operações de charme” que, noutros locais do mundo já revelaram a tragédia que efectivamente são!

Lá, em 2014, o artista de rua Lutz Henke decidiu apagar com tinta preta um mural gigante que ele mesmo havia feito anos antes com o francês Blu e que se tornara um símbolo do bairro de Kreuzberg. “A cidade tinha começado a usar a estética da resistência para seu marketing”, afirmou Henke na época. Sua ação não freou a especulação no bairro, mas foi registrada quase como uma performance de autonegação. Como se dissesse a si mesmo: morra, moderno.
https://www.google.com/…/why-we-painted-over-berlin…

Mas o manifesto na rua Embajadores se destaca porque o alvo atacado não é mais um negócio cultural, e sim a própria rua, spray protestando contra spray. A street art gentrifica? Quando a revista Time Out declarou Lavapiés “o bairro mais cool do mundo”, no ano passado, elogiou acima de tudo o seu “colorido”. O Airbnb oferece mais de 300 alojamentos na área e dezenas de “experiências”, incluído um tour grafiteiro. Por 25 euros por pessoa (109 reais), dois guias informam sobre a arte urbana, e o passeio termina quando cada turista plasma seu próprio estêncil numa parede.
https://www.google.com/…/03/eps/1559569999_961348.amp.html

Arte Urbana
Xalabas, projeto financiado pela UE
Achada Grande Frente, Praia
crédito imagem: http://www.redylima.net/arte-urbana-xalabas.html

Lamentavelmente, a manutenção, a ferro-e-fogo, da indisponibilidade para a reflexão, que faz crescer a (des)ilusão, é atividade amplamente disseminada! Agraciada pela academia, submetida ao capital, assegurada pelos movimentos cívicos, comprometidos com as agendas políticas e validada pelos intelectuais e ativistas, subsidiados por capitais antagónicos às causas que dizem defender.
Entre as cátedras fúteis de uns e as causas oportunistas de outros se esvai a Humanidade. 
http://antoniamarques.pt/blog/2022/02/02/do-exilio-perene-como-morada-da-resistencia/

[ art project not supported by EU ]
http://antoniamarques.pt/blog/2020/01/10/silencio-grande-na-achada/

o silêncio da achada é grande,
terá a população, lá da frente
encontrado forma de governar a vida?
ou
a outrora ruidosa difusão
de suas agruras
terá sido apenas pretexto 
para 
justificar
o financiamento 
de milagrosos projetos de salvação?

talvez 
o atual silenciamento
seja fruto de um estranho sentimento,
provocado pelo histerismo das pinturas folclóricas,
incluídas na agenda da salvação,
que cobrem ostensivamente as humildes paredes de umas quantas habitações, dizendo a quem visita – “aqui mora um pobre”!

o silêncio da achada é grande,
proporcional ao investimento estrangeiro
mobilizado para evitar 
que as mãos do povo ganhem a destreza necessária
para escreverem as suas reais estórias nas fachadas dos palácios onde moram os carrascos contemporâneos!

Neo-colonialismo é o último estágio do imperialismo

Kwame Nkrumah

A propósito dos acordos imperialistas!

UMA VOZ DIFERENTE
[Ilhas, somos todos]
O povo das ilhas quer uma voz diferente
Para o povo das Ilhas: Uma voz sem homens impedidos de encontrar sustento no mar
Por terem sido forçados a acreditar em fantasiosas parcerias !(d’après “Poemas do Tempo das Trevas”)

Acordos imperialistas, das Pescas
(do caderno de observações transatlânticas)

José Melo considera que “nada melhorou” com a realização do evento, “pelo contrário, piorou” e criticou, por exemplo, o acordo de pesca com a União Europeia, antes aventado pelo Governo como o “melhor acordo de sempre” e que só tem dado “prejuízos” ao país. No rol das críticas do cidadão entra ainda o apoio à pesca artesanal, que, a seu ver, não tem sido efectivado, “com excepção de um motor que foi oferecido numa vila piscatória, um botezito, ou uma fábrica de gelo sem dar qualquer manutenção ou instrução de funcionamento”. “Então vivemos numa mentira”, concretizou.
fonte: https: //inforpress.cv/sao-vicente-activista-jose-melo-volta-a-protestar-contra-o-que-chama-de-semana-de-mentiras/

O objetivo principal do Programa de Arte Urbana é transformar Achada Grande Frente num ‘Bairro da Arte Urbana’ – um caso único em Cabo Verde e raro em África, numa estratégia de promoção local que poderá no futuro tornar o bairro atrativo para fluxos de um tipo de turismo alternativo, com ganhos em termos económicos para os residentes e comerciantes da zona. 
fonte: http://www.redylima.net/arte-urbana-xalabas.html

Acordos imperialistas, dos Vistos
(do caderno de observações transatlânticas)

Porto Grande dos sonhos encalhados!
O acordo de facilitação de vistos entre Cabo Verde e UE é promessa antiga, estrategicamente adiada!
https://noticias.sapo.cv/…/sao-vicente-durao-barroso…
Se a facilitação tem sido uma realidade para os passaportes europeus, já o mesmo não tem sucedido para os cabo-verdianos!
https://24.sapo.pt/…/portugal-diz-que-ha-tempo-para…
O condicionamento da entrada de africanos em continente europeu é um jogo político sórdido, executado por uma série de sentinelas neoliberais, em benefício dos seus negócios privados!
Ao cidadão europeu, que usufrui de vistos facilitados, exige-se consciência e solidariedade!

Visto pelo Buraco da Agulha
Criação de Pedro Brito
https://www.youtube.com/user/pedrobritomail

NEUROPATIA
Antónia Marques
9 maio 2022

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