Deambulando pelas fotografias de Mindelo, ao ritmo das mornas e das mazurcas de Fogo, re-encontrei fortuitamente Celina Pereira, sua Voz eloquente inscreveu-se na minha plasticidade e assim surgiu de novo o poema. O povo das ilhas perdeu Celina Pereira, mas certamente preservará sua vida e obra na céu d’ bóka.
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