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Presidenciais

A falta de Educação que aproxima os candidatos presidenciais!

Face ao crime e aos castigos que o MECI tem vindo a decretar, sob a complacência de um silenciamento presidencial absoluto, poderá o cidadão praticante dar-se ao luxo de acreditar num futuro Seguro? Não creio. E desconfio que a única forma de derrotar a clausura cívica em que nos querem encerrar será replicar, sentenciando: ausência com ausência se paga – desenhando o quadrado da alternativa e da esperança no boletim de Voto.

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As Rondas da Longa Noite Docente

As Rondas da Longa Noite Docente

Muitos celebram o pagamento das dívidas antigas como uma vitória final, esquecendo que o pouco que se conquistou foi arrancado com esforço e muita luta, e não por benevolência institucional. Outros vêm nas sucessivas rondas de negociação um sinal de vitalidade democrática. Contudo, sob a superfície desta normalidade, desenha-se uma estratégia de gestão de silêncios. Esta ‘serenidade’ induzida é uma armadilha: ela prepara a derradeira etapa que, em dezembro de 2026, pretende resolver a falta de professores através da extinção da própria designação da carreira e da alteração profunda das nossas funções.

Se não pararmos este processo agora, a passividade de hoje obrigará, amanhã, a esforços reivindicativos descomunais para tentar recuperar o que foi entregue sem resistência. O que se segue é uma análise sobre a ‘Engenharia da Passividade’ que molda o futuro da nossa profissão e a fundação da nova AGSE. Eis o retrato da nossa submissão.

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A Nuvem na Sala, powered by AGSE

O salário refém do algoritmo: vicissitudes de uma carreira funcionarizada Às 16:14 do dia 7 de janeiro de 2026, o Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, assinou digitalmente um documento (DOC_7JAN26) que marca a instalação definitiva de uma “Nuvem Vigilante” sobre as escolas públicas portuguesas. Sob a aparência de uma trivial instrução técnica, […]

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A Estética de uma Emissão Ministerial

E o que não tem lugar na imagem é exatamente o que nela é mais violento: a ausência dos interlocutores – os representantes de 700 comunidades escolares, que terão “participado” no evento à distância, sem acesso a câmaras ou microfones. Estamos perante um lamentável evento que materializa a tese de Guy Debord: “O espetáculo reúne o que é separado, mas reúne-o enquanto separado.” Na composição deste espetáculo ministerial, a equipa governativa resguarda-se na sombra e a AGSE é projetada como a nova face visível da administração. Os diretores, deliberadamente obliterados da cena, não são apenas silenciados; são efetivamente desmaterializados, reduzidos a meros espetadores de uma emissão unidirecional, sem direito a ocupar sequer um retângulo na grelha de rostos projetada.

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O INTOLERÁVEL IDADISMO, SUSCITADO PELO ACORDO CELEBRADO À BOCA DAS URNAS

Haverá salvação para o Serviço Público de Educação, quando os seus timoneiros declinam ser farol cívico e se resignam ser carne para os canhões partidários!

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9125 dias de Provação

De novo a concurso, rodei a tômbola, lancei os dados sobre a planura, montei a tenda no parque de campismo e aguardei que a estabilidade profissional e os privilégios da carreira docente recém-iniciada se fizessem sentir! Uma vez mais, para além da poeira típica de um solo que já há muito tempo não sente a água da chuva, nada mais me foi dado a observar!

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